Secretaria de Saúde orienta sobre vacinação contra o sarampo para crianças

Atendendo à nova recomendação do Ministério da Saúde (MS), a Prefeitura de Petrolina orienta pais e responsáveis por crianças na faixa-etária de seis meses a menores de um ano a vacinarem seus filhos contra o sarampo. A nota técnica foi emitida após a confirmação de 1.680 casos, nos últimos 90 dias, em onze estados. Do total, quatro foram registrados em Pernambuco.

De acordo com a secretária executiva de Vigilância em Saúde, Marlene Leandro, todas as unidades básicas disponibilizam a vacina tríplice viral – que protege contra o sarampo, caxumba e rubéola – dentro do calendário nacional de vacinação. Ela ressalta que essa estratégia do Ministério visa proteger esse grupo mais vulnerável e evitar possíveis complicações pelo sarampo.

“A iniciativa é mais uma medida de segurança, com o objetivo de interromper a cadeia de transmissão do vírus do sarampo no país. A vacinação de rotina deve ser mantida conforme as indicações estabelecidas no calendário de vacinação, já que essa é a principal forma de imunização e controle da doença. Importante que as pessoas compreendam que essa dose não será considerada válida para a caderneta de vacinação da criança”, frisou.

O sarampo é uma doença infectocontagiosa grave causada por um vírus (Morbillivirus) que é transmitido pelas secreções respiratórias e provoca inflamação generalizada nos vasos sanguíneos. Para controlar e prevenir a população petrolinense, a Secretaria de Saúde também vai intensificar o trabalho de busca ativa para a atualização da caderneta de vacinação.

Quem pode receber a vacina na rede pública:

  • Indivíduos de 12 meses a 29 anos de idade: 2 (duas) doses de tríplice viral com intervalo mínimo de 30 dias;
  • Indivíduos de 30 a 49 anos de idade não vacinados: 1 (uma) dose de tríplice viral;
  • Profissionais de saúde não vacinados: 2 (duas) doses com a vacina tríplice viral com intervalo mínimo de 30 dias.
  • Crianças de 6 meses a menores de 1 ano de idade: 1 (uma) dose extra, também chamada de ‘dose zero’.

Fotos: Arquivo/PMP

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